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Campo Grande vive colapso no sistema público de saúde, parece ter virado o consultório às avessas: quem antes cuidava agora precisa ser cuidado. Os profissionais da saúde, acostumados a ajudar a população, com toda garra e dedicação hoje são os pacientes de um sistema que agoniza em maca improvisada — sem insumos, condições dignas e, em alguns casos, sem esperança. A pergunta que ecoa nos corredores é quase filosófica: “Se a saúde salva vidas, quem salva a saúde de Campo Grande?”

Enquanto a prefeita tenta receitar soluções com discursos, cortes e promessas, a realidade tem sido um verdadeiro pronto-socorro de problemas. Unidades de saúde alagadas, equipamentos danificados pela chuva, falta de insumos básicos, e o drama dos profissionais que, além de enfrentarem a rotina pesada, agora lidam com perdas salariais e cortes nos plantões, completam o quadro de calamidade.
A pergunta que fica no ar:
“Quem poderá nos defender?!”.

CONFIRA A SITUAÇÃO USF Carlota Vídeo a seguir: 13/11/2025

 

 

 


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Se a saúde salva vidas, quem salva a saúde?
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Se a saúde salva vidas, quem salva a saúde?

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